Lipoaspiração

A lipoaspiração é a cirurgia plástica estética mais realizada no mundo hoje, inclusive no Brasil, com 228 mil cirurgias em um ano (Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica/SBCP). Além disso, permite o tratamento da flacidez de pele de uma forma mais efetiva que os outros tratamentos, pois a luz do laser estimula a produção de colágeno na derme, principalmente em áreas onde a flacidez e o acúmulo de gordura são as queixas, como o submento (papada), os braços (braquioplastia), e abdome, áreas onde há grande benefício com a lipoaspiração a laser. Também permite ao paciente volta à rotina mais rápida do que a lipoaspiração tradicional.

Cânula do lipolaser - 1 mm de diâmetro, menos trauma e recuperação mais rápida

Cânula do lipolaser – 1 mm de diâmetro, menos trauma e recuperação mais rápida

Procedimento

A duração do procedimento depende da quantidade de gordura a ser a lipoaspirada. Varia entre uma a quatro horas. Há um limite de segurança que a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (da qual Dr. Marcio faz parte) preconiza para a lipoaspiração (tanto a tradicional quanto a lipolaser) que Dr. Marcio segue à risca: aspirar no máximo 5% a 7% do peso corporal ou 40% da área cutânea. Extrapolar estes valores aumenta riscos e Dr. Marcio nunca os ultrapassa.

foto 2-2

A técnica mais utilizada é a infiltração tumesceste, associada a anestesia por médico anestesista do Serviço de Anestesia de Joinville. A área a ser tratada está, então, preparada para a luz do laser (transmitida por uma cânula de apenas 1 milímetro de diâmetro) abrir a membrana das células de gordura e fazer a liberaração seu conteúdo oleoso. Este conteúdo oleoso pode ser deixado no local ou aspirado com microcânulas sem o trauma de uma lipoaspiração tradicional. Tudo isto com o benefício da contração da pele flácida pela estimulação da produção de colágeno na derme. Dr. Marcio opera somente em hospital.

foto 4

Recuperação

A recuperação geralmente é rápida. Em geral, quatro a cinco dias após o procedimento a paciente já pode realizar tarefas que não exijam esforços físicos grandes. Há desconforto nos primeiros dias. Mesmo assim Dr. Marcio prescreve medição para combatê-la. É necessário usar modelador cirúrgico por 2 meses após a cirurgia, para que reduza o edema. Também, Dr. Marcio indica procedimentos de drenagem linfática no pós operatório, pois aceleram a obtenção do resultado definitivo da nova silhueta.

Abaixo, artigo da revista PREMIER sobre Dr. Marcio, história da lipoaspiração convencional e a lipoaspiração a LASER:

Revista Premier Lipolaser para internet

Lipoaspiração tradicional

Dr. Marcio Grave também realiza a clássica e comprovada lipoaspiração tradicional. Segundo Dr. Grave, a lipoaspiração é uma cirurgia para a redução do volume de gordura corporal, em áreas localizadas, conferindo ao paciente um melhor contorno corporal. Embora muitos pensem, a lipoaspiração não é feita para perder peso, pois a maior mudança se dá na silhueta corporal e não balança. É necessário que o Índice de Massa Corpórea (IMC=peso em kg/altura x altura) esteja abaixo de 30 para ser candidato a lipoaspiração. Caso contrário, é necessário perder peso primeiramente.

Os melhores resultados são obtidos nas lipoaspirações em que o paciente apresenta gordura localizada. Cirurgias em áreas extensas e grandes volumes têm maior probabilidade de deixar irregularidades.

Tipo de anestesia

Depende da área a ser operada e do volume de gordura a ser lipoaspirado. Pode ser desde a anestesia local, local com sedação ou geral. Esta decisão é tomada em conjunto com o paciente, Dr. Grave e o anestesista.

Tempo de internação
 

Na maioria dos casos, o paciente tem alta após a recuperação da anestesia, não sendo necessário permanecer no hospital de um dia para outro.

Pós operatório
 

Geralmente há edema (inchaço) e equimoses (manchas roxas), que resolvem sozinhos em até 21 dias. Cinta elástica deve ser usada por 2 meses e é indicada drenagem linfática a partir do quinto dia e ultra-som a partir do sétimo dia após a cirurgia, no intuito de acelerar a recuperação e reduzir o inchaço

Complicações:

As complicações em lipoaspirações são raras.As citadas na literatura são: irregularidades na superfície, hematomas, infecção, seroma, tromboses, acidentes durante a cirurgia e problemas anestésicos. O seroma é a complicação mais frequente em lipoaspirações de grandes volumes. Nada mais é do que o acúmulo de liquido com cor clara na região lipoaspirada. Nestes casos procede-se ao esvaziamento através de punções, com resolução do problema e sem prejuízo do resultado. Pode-se usar drenos em lipoaspirações extensas, o que reduz o risco de seroma, por drenar o liquido formado, evitando assim que este acumule.

Cuidado

Hidro-lipo, HLPA, mini-lipo, micro-lipo, lipo-light, etc., são, na verdade, nomes diferentes para realizar a mesma lipoaspiração em um setor apenas. É marketing para vender o mesmo procedimento com nomenclatura diferente. Em essência, o que difere entre todas elas é somente o nome da técnica e de seu criador, mostrando uma embalagem “diferente” para o mesmo procedimento. Há uma tentativa de profissionais não cirurgiões plásticos em transformar a lipoaspiração em um procedimento não cirúrgico, que não é necessário hospital para realizar o procedimento, simplificando-o, apenas para fazer com que o paciente acredite e compre a ideia. Isto é um grande perigo e deve se ter respeito ao procedimento como qualquer outra cirurgia.

A maioria dos cirurgiões plásticos utiliza cânulas de diâmetro entre 1 mm (lipoaspiração a laser) a 4 milímetros, portanto micro-cânulas. As cânulas da lipoaspiração à LASER são muito menores do que as tradicionais, traumatizando muito menos os tecidos.

Qual Médico Pode Realizar a Lipoaspiração?

Objetivando a garantia de que o médico que realizará a lipoaspiração tradicional ou a LASER é habilitado para tal, e também para a segurança e o bem-estar do paciente, o CFM (Conselho Federal de Medicina) redigiu a Resolução número 1.711 / 2003, a qual regulamenta o procedimento. De acordo com as normas do CFM, o profissional que vai realizar a lipoaspiração deve ser habilitado para tal fim, necessitando experiência mínima de 02 anos em cirurgia geral e 03 anos de residência em cirurgia plástica com título de especialista. Com essa resolução, médicos com formação em outras especialidades estão impedidos de executá-la. Você pode conferir isto no site do CREMESC, na área “Busca Médicos”, digitando o nome do médico e verificando se há o registro em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica.

Riscos da Lipoaspiração x Imprensa

No Brasil, a lipoaspiração foi primeiro procedimento estético mais comum, com 211.108 no ano de 2011 (dados fornecidos pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica). Nos EUA é a cirurgia plástica mais realizada, e em 2013 foram 363.912 pacientes submetidos a lipo, entre homens e mulheres, sendo a maioria de 35 a 50 anos. (dados da ASAPS* 2013).

No final dos anos 90 (1994-1998), a mortalidade neste tipo de cirurgia era de 0,0191%, ou seja, um caso a cada 5224 operados e, na época, já era considerado um procedimento seguro. Com o passar do tempo e a evolução da técnica, em 2000, a mortalidade caiu para 0,002%, ou seja um caso de óbito a cada 47.415 pacientes operados.

Ao comparar esses dados com outros riscos, podemos ter uma noção mais palpável para interpretá-los. Em 2012, nos EUA, a chance de você morrer em um acidente de carro era de 0,0148%, mesmo em casa. E se caso estivesse envolvido em qualquer acidente de carro, as possibilidades de morte eram de 1,53%. Um índice relativamente mais alto do que os da lipoaspiração. Raramente alguém deixa de andar de carro pelo risco que oferece.

Pela lógica, utilizando o índice de mortalidade de quase duas décadas atrás (ano 2000 – 0,002%) teríamos, no ano de 2013 – ano-recorde das lipoaspirações nos EUA – deveríamos esperar 7 casos fatais entre os 363.912 operados. No mesmo ano, em 2000, os Estados Unidos tiveram 25 mortes por relâmpagos a cada 500.000 habitantes, o famoso ditado “a mesma chance que um raio caía na sua cabeça”  continua ainda maior do que a fatalidade pela lipoaspiração.

Apesar de todos os dados, ainda sabemos que existem riscos que nunca serão nulos, e o que resta é atuar para reduzi-los, reduzindo-os ao mínimo possível:

1)   Pacientes em boa saúde, exames pré operatórios normais, liberação do anestesista, de preferencia que não esteja tomando nenhuma medicação. O ideal é suspender tudo, inclusive anticoncepcional (30 dias antes da cirurgia), suspender o fumo, termogênicos/estimulantes e avisar qualquer substância ingerida até 30 dias antes da cirurgia inclusive chás e fitoterápicos. Anabolizantes em destaque pelo alto uso atual, podem aumentar os riscos de trombose venosa, (tromboembolismo)  uma das principais causas de complicações pós cirúrgicas.

2)   Escolher um bom profissional: verifique o currículo do Dr. Marcio Grave e entre nos sites da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e CREMESC.

3)   Condições favoráveis: escolha um bom hospital que tenha equipamentos para qualquer emergência, use meias anti-trombo (Dr. Marcio prescreve antes da cirurgia e durante o procedimento utiliza meias de compressão intermitente, comprimindo a panturrilha de 5 em 5 minutos para evitar trombose), e tente não fazer muitos procedimentos na mesma cirurgia, quanto maior a cirurgia maior o risco de trombose venosa.

Com toda a segurança que existe, ainda há o contraste da mídia, público e alguns órgãos controladores que costumam usar eventos adversos e individuais como base para atitudes e julgamentos, em parte pela percepção imprecisa de que a cirurgia plástica estética deveria ser “livre“ de riscos ou simplesmente não existir já que não seria essencial. Gostaria muito que a felicidade, mudança de vida, de sorriso, de amor à vida dos nossos casos de sucesso no pós operatório pudessem ser contabilizados nessa balança.